quinta-feira, 6 de novembro de 2014

# foscoeterno

 
 
Sufoco-me na secura ardente do outono deste outubro perene
 
 
 
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Da janela vejo a baía / estou mergulhado nela / uma columbina chega / para, me vê / e voa / vou com ela / da baía vejo a janela.
 
 
 
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Se mascasse uma livro seria feliz.
 
Não amam muito isso.
 
Em fim de um nada.
 
Mas mordo a orelha que trago na lancheira.
 
Não me escuto nesta faina motriz.
 
Sem tudo enfim.