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sexta-feira, 24 de abril de 2009

# aspas (xiv)


E insistimos nesta seção, porque é fundamental para que possamos mostrar os porques das nossas opiniões, da nossa realidade e da realidade dos outros.
 
Assim, no excelente "Alternatives Économiques" (v. aqui), o ganhador do "Nobel" de Economia deste ano, Paul Krugman, analisa numa entrevista a situação social dos EUA. Leia o seguinte excerto:
 
"― Os norte-americanos podem contar com uma forte mobilidade social para combater as desigualdades?
Não. Alguns indivíduos logram ascender na escala social, mas não tanto como nos gosta imaginá-lo. As histórias de pessoas que saem da pobreza e se tornam ricas são muito, muito raras. Há só 3 por cento de pessoas nascidas entre os 20 por cento mais pobres que acabam sua vida entre os 20 por cento mais ricos. Os Estados Unidos até parecem, na medida em que se pode medir essas coisas, registrar o grau mais débil de mobilidade social entre os países avançados.


― O sonho americano está então morto?
Não. De qualquer maneira, a realidade jamais esteve à altura do que o sonho americano deixava esperar. Mas nós começamos a despertar!"





 

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

# o pretérito do perfeito da crise (ou, "eu te disse, eu te disse...")


O grande político inspirador de Barack Obama, o mais novo queridinho global, é Franklin Delano Roosevelt.

Assim, como talvez nunca tão certo, vem a calhar uma de suas célebres frases -- lembrada por Paul Krugman (v. aqui), último vencedor do Nobel de Economia --, dita no segundo dos seus quatro mandatos presidenciais entre os anos 30 e 40, enquanto tentava recuperar o seu país após o crash de 1929:
 
- "Sempre soubemos que o interesse egoísta e irresponsável é um grande mal do ponto de vista moral; agora sabemos que é também um grande mal do ponto de vista económico".